domingo, 14 de novembro de 2010

Umbanda X Moral


Ouvi comentários sobre esse assunto , esta semana e resolvi expor minha opnião, pois penso que muitos que frequentam os terreiros por esse país abençoado, pensam que na Umbanda, não exitem regras morais e comportamentais.

Sim, nós Umbandistas temos regras de moral como qualquer outra religião, ainda que muitos que freqüentam terreiros não saibam.

Não temos um livro codificado, mas temos a máxima de : amai-vos uns aos outros , temos ainda : quem planta colhe os frutos plantadados.
E o código do verdadeiro umbandista é o amor !

Infelizmente muitos pensam que vivemos de fazer trabalhos negativos e vivemos como bem entendemos, pois lidamos com a magia e assim podemos usa-la para qualquer fim, alguns como já ouvi dizer, nem contrariam uma pessoa que lide com magia por medo!
Estão muito enganados, pois formamos uma religião como outras existentes, e como religião, apenas praticamos o bem, se ouvirem dizer que em tal terreiro de Umbanda se presta a serviços de amarrações, separações de casal ou qualquer outro trabalho negativo, saiba que esse lugar pode ser qualquer outra coisa, menos Umbanda.

Nós Umbandistas sabemos que o mal praticado volta a quem fez, assim como o bem realizado!
Sabemos que temos que ter boa conduta moral seja na familia, no trabalho, em qualquer área de nossa vida, e assim um verdadeiro Umbandista procede, não por medo de um Deus que irá nos castigar, mas sim por que sabemos que o amor e o respeito fazem parte de nossas vidas, como mola propulsora.

Lidamos com pessoas neste mundo e no plano astral, e vemos as terríveis consequências que a falta de amor e respeito as Leis de Deus, causam.
Verdadeiros Umbandistas praticam o que pregam e sabem que um erro praticado, será sempre cobrado uma reparação e mudanca consciencial em pouco tempo.

Ai então, podemos ouvir sobre mediuns que violaram algumas regras de conduta, não interessa em que campo, serem cobrados em sua reparação e reforma íntima, pela Lei de ação e Reação, mas, muitas vezes preferem se afastar do terreiro, ocultando seu interior, dizendo que aquela casa não estava fazendo bem a ele, e saem falando mal do dirigente e do corpo mediunico da casa, e muitas vezes da própria religião que o abraçou, e apenas pediu uma conciência limpa.

Oras, a quem essas pessoas querem enganar?

A Umbanda sim é uma RELIGIÃO, e se um "fiel" infrige regras ele mesmo tem que as reparar, pois senão entrará em choque com seus próprios Guias , que de tudo fazem para que possa crescer de forma consciente e equilibrada.
Portanto amigos saibam que a Umbanda e seus membros tem sim regras comportamentais, mas elas são alimentadas pelo mais puro amor e respeito ao próximo e a Deus, pois somos todos UM !

Simone Machado

Dirigente

terça-feira, 21 de setembro de 2010

A Linha das Crianças na Umbanda

Recebi esse texto hoje, e repasso a vocês.......... !


A linha das crianças, cujos membros baixam nos centros de Umbanda, é de todas a mais misteriosa.
Esses espíritos infantis nos surpre­en­dem pela ternura, inocência, argúcia, carinho e amor que vibram quando baixam em seus médiuns. O arquétipo não foi fornecido pelo lado material da vida, pois uma criança com seus 7, 8 ou 9 anos de idade, por mais inteligente que seja, não está apta intelectualmente a orientar adultos ator­mentados por profundos desequi­líbrios no espírito ou na vida material.

Quem forneceu o arquétipo foram os seres que de­nominamos "encanta­dos da natureza".

Não foi baseado em espíritos de crian­ças que desencarnaram que essa linha foi fundamentada, e sim nas cri­an­­ças encan­tadas da natureza, que os aco­lhem em seus vastos reinos na na­tureza em seu lado espiritual e os am­param até que cresçam e alcancem um novo estágio evo­lu­tivo, já como espí­ri­tos naturais.

Os espíritos que se manifestam na li­nha das crianças atendem pessoas e auxiliam-nas com seus passes, seus ben­zi­mentos e suas magias elementais, tudo isso feito com alegria e simpli­cidade enquanto brincam com seus carrinhos, apitos, bonecas e outros brin­­quedos bem caracterizadores do seu arqué­tipo.

Ele é tão forte que adul­tos encar­na­dos sisudos se transfiguram e se tornam irreconhecíveis quando incor­poram sua criança. A presença desses espíritos infantis é tão marcante que mudam o ambiente em pouco tempo, descontraindo todos os que estiverem à volta deles. Todo arquétipo só é verdadeiro se for fundamentado em algo pré-exis­tente.
O arquétipo "Caboclo" funda­men­­tou-se no índio brasileiro e no sertanejo mestiço.
O arquétipo "Preto-Velho" funda­men­tou-se no negro já an­cião, rezador, mandingueiro e curador.
O arquétipo "Criança" fundamen­tou-se na inocência, na franqueza e na ingenuidade dos seres encantados ainda na primeira idade: a infantil.

E, caso não saibam, há dimensões inteiras habitadas só por espíritos nesse estagio evolutivo conhecido, no lado ocul­to da vida, como "estágio encan­tado".
Nessas dimensões da vida há eles e suas mães encantadas, todas elas devotadas à educação moral, cons­ciencial e emocional, contendo seus excessos e direcionando-os à senda evolucionista natu­ral, pois eles não serão en­viados à dimensão hu­mana para encar­na­rem.

A elas compe­te supri-los com o indis­pensável para que não entrem em de­pressão e caiam no autismo ou regres­são emocional, muito comum nessas dimensões. Nelas há reinos encantados muito mais belos do que os "contos de fadas" do imaginário popular foi capaz de des­crever ou criar.

Cada reino tem uma senhora, uma mãe encantada a regê-lo. E há toda uma hierarquia a auxiliá-la na manu­tenção do equilíbrio para que os milha­res de espíritos infantis sob suas guar­das não regridam, e sim, amadureçam lentamente até que possam ser condu­zidos ao estágio evolutivo posterior.

O arquétipo é forte e poderoso porque por trás dele estão as mães Orixás, sustentando-o, e também es­tão os pais Orixás, guardando-o e ze­lan­do pela integridade desses espíritos infantis. A literatura existen­te sobre esse estágio se restringe a alguns livros de nossa auto­ria que abordam o está­gio encantado da evolução dos espíritos.
Mas que ninguém duvide da exis­tên­cia dele porque ele realmente existe e não seriam "crianças" humanas recém-desencarnadas e que nada sabiam da magia que iriam realizar os prodígios que os "Erês" realizam em benefício dos freqüentadores das suas sessões de trabalhos ou com forças da natureza quando oferendados em jardins, à beira-mar, nas cachoeiras ou em bosques frutíferos.

Há algo muito forte por trás do arquétipo e esse algo são os Orixás encantados, os regentes da evolução dos espíritos ainda na "primeira idade".
Para conhecerem melhor o estágio encantado da evolução, recomenda­mos a leitura do livro de nossa autoria A Evolução dos Espíritos, editado pela Madras.

Pai Rubens Saraceni

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Magia das 7 Ervas em Porto Alegre



Eu gosto de postar comentarios, sobre assuntos dos quais eu pratico, em que creio, e que fazem parte de minha vida.
Não tenho formação acadêmica em letras, nem em jornalismo, então aqui neste espaço, escrevo como sei e sinto.

A Magia Divina das 7 Ervas Sagradas, esta sendo uma grande surpresa, pois alem de ser facil trabalhar com ela, pois ervas pequenas aos nosso olhos, são verdadeiras bombas no astral, muito mais aprendo a cada dia, com informações antes inimaginadas por mim.
Ter contato com seres vegetais, é uma benção!

A resposta desta Magia na vida de quem pede auxilio, é muito rapida mesmo, é confortador !

O mundo vegetal é encantador, ao se iniciar nesta Magia, você nunca mais, verá a natureza, as plantas de sua casa, e até mesmo sua alimentação, da mesma forma.

Eu estou encantada pelos Misterios Vegetais e pela sua força de atuação!

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Salve a Força Vegetal!