quinta-feira, 30 de julho de 2009

Dia de Isis(Aset)


Hoje é um dia dedicado a Grande Isis, em tempos antigos, desde o dia 27 os egipcios estariam em festa por 5 dias, dias estes consagrados as divindades egipcias, e o ponto culminante se dava em 01 de Agosto, ou seja o Ano Novo Egipcio!

Sabe-se que eles tinham um calendario lunar, e estes dias variavam em função da Lua, mas quando analisado sob nosso calendario Solar, os dias seriam esses, não existe também uma diferença tão grande assim.

Na Umbanda, há quem diga que Isis é um trono do Amor, uma Oxum, eu particularmente, acho que para os egipcios ela deveria ser uma Iemanjá, pois ela assumia tantas funções, que a de Senhora do Amor era um entre tantos. Pois inúmeros eram os misterios ligados a ela, e hoje o que sabemos é uma fração desse conhecimento.
Quando a civilização grega a adotou-a, sim era exclusivamente Senhora do Amor, junto com Afrodite, mas como me disse um sábio espirito que trabalha na linha do Oriente, quando lhe fiz essa pergunta ,respondeu:
- Ela era vista como a Grande deusa! Mas que hoje estaria em trono do Amor!
E por amor que tenho por essa Divina Senhora, Sagrada Divindade exteriorizada pelo meu Pai Criador, amo-a e sei que trago vivo esse amor de vidas passadas, hoje dia 30, lhe presto uma homenagem.
As antigas religiões podem estar desativadas no plano material, mas estão muito ativas no plano espiritual, e continuam ligadas aos seu filhos, e claramente podemos ver isso na nossa Umbanda.
Na Umbanda, a linha dos Egipcios é chefiada por Pai Inhoarai, que nos traz esses espiritos de sacerdotes, sacerdotisas, magos e curandeiros, para nos auxiliar.
Prece para Despertar de Isis, oferende um incenso de rosas ou sândalo, uma flor, ou melhor..um coração puro...!

Nehes, nehes, nehes,
Nehes em hotep
Nehes em Neferu
Nebet Hotepet
Weben em hotep
Weben em Neferu
Nutjert en Ankh
Nefer em pet
Pet em hotep
Ta em hotep
Sat Nut, Sat Geb, Merit Ausar.
Nutjert Asha renu
Anek harak,
Anek Harak
Tu a Atu! Tu a Atu!
Nebet Aset!
Anuk Dua Pa'a Nebet Aset!
Tradução....

Despertai, despertai, despertai,
Despertai em paz
Senhora da paz
Levantai em paz
Levantai em beleza
Deusa da Vida
Bela no Paraíso
O céu está em paz
A Terra está em paz
Oh Deusa
Filha de Nut
Filha de Geb
Amada de Osiris,
Deusa rica em nomes!
Todo louvor a Vós
Todo louvor a Vós
Eu vos louvo
Eu vos louvo
Senhora Isis

Oferenda a Linha Egipcia pela Umbanda:

Traçar com pemba branca um circulo, e dentro uma estrela de 5 pontas.Colocar 5 velas no circulo em cada ponta e 1 no meio. Colocar paõ branco, agua, cerveja escura, trigo e cevada, dentro da estrela. Cantar ou recitar ponto egipcio.


Ponto

Quando o Sol se levanta no horizonte
Está na hora do seu povo trabalhar,
Os seus raios luminosos são a fonte
Nossa força para vida enfrentar,
Brilha o Sol, Sol brilha, brilha
Clareando os meus caminhos, trilha por trilha (bis)


Isetnefret (Simone)

terça-feira, 28 de julho de 2009

Algumas ações pelas oferendas...

Nós umbandistas, sabemos que um dos atos ritualísticos mais importan­tes para nós, são as Oferendas que realizamos aos Orixás e aos Guias Espirituais.

Sabemos também, que a nossa maior benção é ter a força da natureza à nossa disposição, afinal ao oferen­dar um Orixá em um ponto de força, além de ativar a Divindade, ativamos também as forças elementais da natu­reza deste local, uma ação dupla de pura Força e Poder.

Portanto, além de termos uma gran­de responsabilidade com a preserva­ção da natureza, temos também a res­pon­sabilidade de saber onde, como e para quem pedir o amparo e a susten­tação em nossas dificul­dades, assim não ativaremos forças contrárias ou des­ne­cessárias às nossas necessi­dades.

Lembrando que em qualquer ofe­renda, além do conhecimento e do bom senso, é imprescindível a Fé e o Amor, o que caracteriza uma verda­deira oferenda religiosa, pois não adian­ta levar uma imensidão de velas, flores e elementos de oferenda se o íntimo estiver cheio de dúvidas, dese­jos de permuta, ou pior, cheio de vonta­des próprias, aquelas que sobressaem à vontade Divina.Saiba que, principalmente no mo­mento da oferenda, o Poder Divino es­cuta seus pensamentos e não suas palavras, Ele sente seu interno e não o seu externo, portanto não queira en­ga­nar o Divino que tudo vê, tudo ouve e tudo sabe.

Material extraído dos trabalhos realizados pelos médiuns do Centro de Umbanda Carismática. Parabéns a todos pela dedicação e carinho junto à Espiritualidade Superior que os assiste.

OXALÁ – oferenda-se Oxalá quando necessitamos fortalecer ou despertar em nosso íntimo os sentimentos de fé, paciência, tolerância, perdão, compaixão. Quando precisamos despertar a esperança e a confiança.

OYÁ – oferenda-se Oyá quando necessitamos despertar ou equilibrar a religiosidade em nossa vida, ou seja, é a Ela que clamamos quando nossa fé ou nossa religiosidade está desvirtuada pelo fanatismo, pela ausência ou até pela má utilização da fé, é Ela que absorve os excessos da fé.
A Ela também solicitamos envolver, purificar e redirecionar, com suas ondas espiraladas, os eguns perdidos no tempo, aqueles espíritos que a tanto tempo vagam no astral, que já se encontram perdidos e com seus mentais vazios, assim sendo, muitos deles tornam-se alvos fáceis das grandes quiumbas que os escravizam e os utilizam para o mal. Além desses tipos de eguns, Ela também recolhe aqueles que nos acompanham por muito tempo, vidas passadas, e que por um sentimento de vingança emocional nos envolve desequilibrando-nos até hoje. Ela é a Dona do Tempo cronológico.

OXUM – oferenda-se Oxum pedindo para Ela amolecer o nosso ou outros corações, a fim de se tornarem mais amorosos, pedimos a Ela que estimule a união através dos sentimentos de amor puro e fraternal. Só através do amor puro é que a ‘verdadeira’ união acontece, e essa união vale em todos os sentidos, profissional, social, familiar, etc. Com essa união, a felicidade, ou seja, a verdadeira prosperidade é concedida a nós. Portanto Ela é a Mãe da Concepção, aquela que tudo concede quando há amor.

OXUMARÉ - oferenda-se Oxumaré quando necessita-se diluir os sentimentos que, por ventura, estão desequilibrados. São sentimentos viciados, portanto são ou se tornarão dolorosos, como exemplo, podemos destacar o sentimento da paixão, do desejo, etc. Importante salientar que algumas vezes não percebemos o desequilíbrio emocional em que nos encontramos, portanto o auto conhecimento se faz necessário, o verdadeiro ‘querer melhorar’ e principalmente a fé. A Ele solicitamos também que renove o nosso emocional, trazendo a pureza dos sentimentos, Oxumaré é a renovação do amor na vida dos seres. Ele é um Orixá que ao trazer a cura emocional, automaticamente cura o físico, portanto, oferenda-se Oxumaré também para socilitar a cura.

OXOSSI - oferenda-se Oxossi para que ele nos ajude no raciocínio consciente, ou seja, para que ele nos traga o conhecimento, o esclarecimento e a sabedoria em todos os sentidos da vida. A Ele também solicitamos a coragem, a rapidez, o espírito caçador para as novas empreitadas. Pedimos que sustente nossa caminhada espiritual com sabedoria e que cure nossos mentais desequilibrados. Oxossi é um Orixá guerreiro, que nos traz a força da atitude, a força da vontade, enfim, é o Orixá que nos “traz” aquilo que mais precisamos para evoluir: O Conhecimento.
É um Orixá, que por seu domínio ser as matas e ervas, propicia também a cura, a cura energética e mental.

OBÁ - oferenda-se Obá para pedir concentração mental e quietude racional, ajudando a boa memória e a capacidade de assimilação mental. No entanto, a Ela também solicitamos que nos ajude a eliminar pensamentos negativos ligado aos dogmas e conhecimentos errôneos, pedimos também que nos ajude a esquecer aquilo que nos negativa. Obá, com sua ação discreta e firme, estimula nossa interiorização favorecendo o auto conhecimento e paralisando todas as formas viciadas de conhecimentos.
Essa Orixá nos traz o sentido do “chão firme”, portanto, devemos clamá-la naqueles momentos em que nos encontramos sem chão ou aéreos demais, precisando de concentração e firmeza de pensamento.

XANGÔ - um dos Orixás mais temidos pelo fato de ser Ele o Determinador da Justiça, é Ele que ativa a Lei em nossas vidas, fazendo valer o ponto que diz “quem deve paga, quem merece recebe”. Portanto oferendar Xangô é muito forte e muito especial, é nesse momento que devemos baixar nossas cabeças e permitir que seja feita a vontade de Deus e não a nossa. É esse o “espírito da coisa” – Não se oferenda Xangô para pedir a “nossa” justiça, mas a justiça “Divina”. Infelizmente, isso pouco acontece pois as pessoas estão viciadas em seus desejos e julgamentos e vão logo aos pés do Grande Rei Xangô pedir seus ‘desejos’, o que é um grande erro.
Devemos oferendar Xangô para buscar e pedir equilíbrio entre a razão e a emoção, a justiça, a sensatez, a razão, a determinação e a coragem para recebermos aquilo que merecemos. Pedimos a Ele que nos mantenha sensatos, livres de quaisquer julgamento, tanto os que emitimos quando os que recebemos.

EGUNITÁ – mesmo sabendo que poucos conhecem ou cultuam esse Orixá, fale a pena dizer que Ela é o fogo vivo e divino, portanto a oferendamos quando queremos que essa ação do fogo queime e/ou consuma todas as energias negativas, todos os excessos emocionais e todos os cordões negativos que nos envolvem e envolvem nossas casas. Ela também ajuda a consumir energias de vícios.

OGUM – falar desse Orixá é falar de coragem, lei, ordem, ordenação, retidão, determinação, portanto oferenda-se Ogum para receber em nosso íntimo esses atributos para manifestá-los em nossas vidas, tanto no lado profissional, material, emocional ou espiritual.
Quando o oferendamos pedimos também que nos envolva com sua força guerreira, solicitamos a abertura de nossos caminhos e a proteção de seus Guardiões da Lei.
Ogum não julga nada nem ninguém, pois esta atribuição pertence a Xangô, Ele ‘apenas’ aplica a Lei, portanto oferendar Ogum no sentido de submissão à Lei Maior e a Justiça Divina (ou seja, submissão a Deus) é dar as costas para receber os “chicotes” da Lei. Esses doem, mas são necessários para cessar nossas dividas cármicas, acelerando nossa evolução espiritual. Feliz daquele que tem coragem, amor e fé suficiente para sentir tão grande Poder e Ação, fazendo valer o ponto: “o que se ganha de Ogum só Ogum pode tirar”, portanto, Ogum é quem ativa nossas ‘próprias demandas’ como também, é o único que tem o Poder de ordenar a ‘quebra de nossas demandas’, tudo pela determinação da Lei de Deus.

YANSÃ - oferenda-se Yansã para pedir movimento e direção em todos os sentidos da vida, a Ela solicitamos que nos envolva com sua Força guerreira para nos ajudar em nossas mudanças e conquistas, portanto, a oferendamos quando estamos com nossas vidas estagnadas, quando nos encontramos depressivos, sem energia, sem direção, perdidos e cheios de dúvidas, afinal Yansã é a manifestação da alegria e paixão pela vida e pelo que faz.
Pedimos também, a força e o movimento de Yansã para que envolva e encaminhe todos os eguns (espíritos negativos) que desvirtuam nossa caminhada material, emocional e espiritual direcionando-os aos domínios de Obaluayê/Omulu (kalunga pequena) onde serão conduzidos aos seus lugares de merecimentos, Ela esgota os seres e os redireciona, abrindo novos caminhos por onde evoluirão de forma menos ‘emocional’.
Yansã é a orixá do Tempo climático, Senhora. dos Ventos e dos Raios, Senhora. do Movimento e Direção.

OBALUAYÊ – oferenda-se Obaluayê para pedir que ele nos ajude em nossa evolução espiritual e que nos traga a sabedoria junto com paciência – a sapiência.
Ele é o Senhor das Passagens, portanto é ele que permite a nossa passagem de um nível para outro, isso quer dizer, que é ele que nos conduz, que abre as porteiras, em nossas mudanças de estágios ou graus espirituais, isso quer dizer que é a Ele que clamamos quando nos encontramos estagnados e paralisados. Também é Ele que nos conduz nas mudanças de estado encarnado para desencarnado e vice-versa (ou seja, é ele que acolhe os espíritos que acabaram de desencarnar, assim como, conduz os espíritos que irão reencarnar).
A Ele pedimos para transmutar, transformar, nossos sentimentos, portanto, é Ele que permite e proporciona a cura da alma. Estabilidade, proteção e sabedoria anciã também pedimos a Obaluayê.

OMULU – sabemos que muitos identificam Omulu e Obaluayê como sendo o mesmo Orixás, no entanto, a ação de Omulu é muito mais ativa, pois é um Orixá cósmico, ou seja, atua em nossa vida de forma ativa paralisando nossos desequilíbrios e punindo (caso seja necessário) as terríveis quiumbas que já se encontram de forma super negativadas. Portanto solicitamos a Omulu, o grande Orixá do Fim, para colocar um fim nas ações do baixo astral, um Fim em nossos desequilíbrios emocionais e espirituais, assim como um Fim às dores da alma, do físico e da mente.

NANÃ BURUQUÊ – oferenda-se Nanã para solicitar que Ela decante nossos sentimentos e lembranças negativas, que nos ajude a esquecer as mágoas, o rancor, a dor, etc. A Ela pedimos maturidade e mobilidade para viver em harmonia e com sabedoria.

YEMANJÁ - a grande Mãe da Vida Yemanjá, é ofertada quando precisamos de coisas novas em nossas vidas, pedimos a Ela que gere em nós a vontade de viver, de crescer, de melhorar, etc. Pedimos que Ela gere em nós, e para nós, novas oportunidades em todos os sentidos da vida (material, profissional, emocional, espiritual assim como familiar). Como grande Mãe que é, Ela rege a família, portanto Ela equilibra, apazigua os laços familiares e o sentido “de ser mãe”.
Ela nos favorece suas qualidades geradoras, renovadoras e criasionistas, ou seja, Ela nos permite buscar coisas novas, aguçando nossa criatividade e estimulando nossas percepções.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Iniciação na Visão Umbandista


Todos nós somos espíritos encarnados e, consequentemente, se perecíveis no corpo físico, imortais em nossa essência, que segue sua via evolutiva conforme as Leis Cármicas. Entretanto, ainda estamos muito distantes dos princípios da espiritualidade superior, sendo prova disto a limitação que temos para perceber o Mundo Astral e também a nós mesmos em nossas várias encarnações, sem falar da situação das relações de troca injustas entre humanos e das infames guerras fratricidas.
A Umbanda ensina que sem Caridade não há Salvação e que não se deve esperar a Iluminação sem se desvencilhar do Egoísmo, da Vaidade e do Orgulho.
O caminho preconizado é o da Simplicidade, da Humildade e da Pureza. Uma via longa e penosa quando se pretende sair da Ilusão e, realmente, partir para a conquista destes altos valores do espírito, capazes de nos libertar do obscurecimento consciencial a que estamos submetidos.

Tão difícil é esta via que seria praticamente impossível atingir estes objetivos sem o concurso dos Mestres da Simplicidade, da Humildade e da Pureza, transfigurados nas entidades que baixam nos terreiros de Umbanda. Pela nossa condição moral, não haveria como estes Mestres chegarem até nós, a não ser pela mediunidade.

Assim, médiuns são aqueles espíritos que receberam, antes da presente encarnação, determinados ajustes em seu Organismo Astral e nas suas concepções morais, que possibilitem ceder sua constituição física à comunicação mediúnica, trabalhando em prol da Caridade e da evolução, própria e dos seus semelhantes. Este é um compromisso firmado entre este Ser e os Espíritos da Confraria Cósmica de Umbanda antes do nascimento e que deve florescer de maneira natural ao longo da encarnação do indivíduo.

Atualmente, raros são os médiuns com atividades positivas e ligados a Espíritos com ordens e direitos do Astral Superior. Também o grau de atividade da faculdade mediúnica varia entre os médiuns, de acordo com seu grau consciencial e com a sua experiência ao longo das encarnações exercendo esta faculdade.

Deixo claro que não é necessário ser médium para ser umbandista e a mediunidade não é uma dádiva estendida a “eleitos” ao reino dos Céus. Na verdade, os médiuns são espíritos de alguma forma comprometidos carmicamente com a evolução planetária, na maioria devedores antigos que, em maior ou menor grau, são cientes de seus débitos e trabalham para quitá-los perante a Lei.
Alguns destes médiuns são espíritos velhos no Planeta, que embora possam ter-se desviado, em algum momento, da via justa da evolução, carregam consigo considerável experiência e conhecimento, tanto das coisas do espírito como das forças da Natureza e, principalmente, da psicologia humana. Estes são chamados Iniciados, cada um dentro de seu grau, da Corrente Astral de Umbanda.

A Iniciação é um processo contínuo, que se desenvolve no decorrer de várias e várias encarnações dedicadas a este aprendizado, também não acaba nunca pois é infinita a evolução espiritual e cada minúscula porção de conhecimento trazido por um iniciado deve ser fruto da sua própria vivência orientada por mestres. Sim, cada fio de cabelo da cabeça de um Iniciado é contado…

A Iniciação de Umbanda não é vetada a ninguém, todavia pouquíssimos carregam este selo conferido pelas Hostes do Bem, como um legado cármico. Muitos ainda surgirão, e cada vez de maior porte. Àqueles que iniciam agora a jornada, lembro que muitas vidas os aguardam e cada pequeno degrau é alçado às custas de um esforço indescritível, mas não impossível.

Afirmo que não há, na Umbanda, um Sumo-pontífice, embora respeitemos as religiões que têm tal cargo. Nossos pontífices (pontifex-aquele que constroi a ponte até o Divino) são as Entidades que baixam nos terreiros e nos conduzem à nossa essência em nome de Oxalá.

Sei, igualmente, que as Federações e similares, têm um papel predominante de coligações entre humanos encarnados, sem uma maior representatividade espiritual. No entanto, existe uma tendência de que no decorrer do tempo (talvez décadas ou séculos) comece a haver uma profunda união entre os vários templos de Umbanda, fruto do compartilhamento dos mesmos princípios e diretrizes, adaptados às coletividades de cada terreiro.

No futuro, todos os que dirigem terreiros serão verdadeiros Sacerdotes Iniciados de Umbanda e poderão promover um atendimento aos seus consulentes em uma profundidade compatível com seu grau iniciático, podendo o consulente ser encaminhado a outros templos irmanados de acordo com suas necessidades. Enfim, a Umbanda vem mostrando que os laços eternos são os do Espírito…


DESCONHEÇO O AUTOR
ORDEM INICIÁTICA DO CRUZEIRO DIVINO